segunda-feira, 26 de junho de 2017

Brincadeiras BDSM

Crônicas do Mestre Sade

Uma das características mais interessantes do BDSM é que ele amplia a sexualidade muito além daquilo que é considerado sexual. Para a maioria das pessoas, sexo se restringe à penetração. Para um casal BDSM, um volta no shopping ou uma festa na casa de amigos podem ser ótimas oportunidades de brincadeiras sexuais – sem que ninguém além do casal desconfie.
Uma das possibilidades está relacionada ao bondage. Existem amarrações que não imobilizam e podem ser facilmente escondidas sob a roupa – em especial se o casal vive em um local frio. A karada, por exemplo, que envolve toda a região do tronco. Existe também a amarração de seios ou genital. Essas amarrações estimulam regiões erógenas, provocando prazer. O simples ato de caminhar pode se tornar excitante. O interessante aí é que ninguém mais, além do casal, sabe o que está acontecendo – o que aumenta ainda mais a excitação do momento.
Outra opção são os plugs ou joias anais. Se não forem muito grandes, podem ser usados por um bom tempo, sem incômodo. Minha sub, por exemplo, já está bastante acostumada à joia e consegue usar por horas. Os locais em que fomos com ela usando a joia são os mais variados: shopping, cinema, festas em casas de amigos... Mais uma vez, é uma prática insuspeita: ninguém sabe que ela está plugada, exceto nós dois. E isso é o excitante da situação.
As cápsulas vibratórias também podem ser usadas. Elas são pequenos vibradores introduzidos na vagina da submissa com um controle que fica com o dominador. Uma vez ligada, a cápsula começa a vibrar, provocando prazer na mulher. A cápsula não faz nenhum volume e pode ser usada em qualquer lugar, inclusive na rua, na praça, em uma festa... Gosto de deixar desligada e ligar apenas em momentos inoportunos, como por exemplo, quando ela está conversando com alguém. É muito divertido ver ela parar o que está falando ou fazendo e me olhar com aquele olhar de quem está prestes a gozar.
Finalmente, existe uma possibilidade que não necessita de nada além do maior órgão sexual da mulher: a mente. O jogo consiste em mandar a submissa gozar em locais públicos. Claro, só funciona depois de algum treinamento em orgasmo mental. Não dá para conhecer a moça hoje e amanhã sair para passear com ela e manda-la gozar. Mas com o tempo é possível condicioná-la a esperar a ordem do dominador para gozar. Uma ordem firme: “Goza!” pode ser um ótimo estimulo para que ela consiga chegar ao clímax. Depois de um bom condicionamento é possível usar isso em locais públicos. Por exemplo, em um elevador lotado, sussurrar no ouvido dela: “Goza!”. Existem mulheres que ficam tão excitadas que chegam ao orgasmo. Outras ficam totalmente molhadas.

Essas são apenas algumas das possibilidades. O dominador pode descobrir muitas outras brincadeiras a dois que podem ser feitas em locais públicos. (MestreSade)

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